quinta-feira, setembro 01, 2005

Encantamento



É cristalino este sentir,
Esta intenção de viver,
Este contentamento que me preenche,
Que torna a natureza plena
Levitando a alma para o excepcional
Para a liberdade inexistente
Alumiando a obscuridade solitária
Para o ofuscante júbilo!

E a apoquentação tornou-se satisfação
Porque o amor aliou-se à divagação
Dançando com o esplendor,
Celebrando a magia em redor
Enaltecendo o que me é dado
Deixando a confusão de lado
E contigo ao meu lado
Caminho fulgurante para a infinidade!

3 comentários:

Anónimo disse...
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Fábio disse...

Até que enfim li um poema teu que não é tão dramático e negativista como os outros que tive o privilegio de ler. Gostei do que li, apesar de não ter percebido tudo (para não variar), pois ainda continuas a por aquelas palavras dificeis. ;-P

ad_intra disse...

Amor?! Quem é o gajo que eu vou-lhe às trombas...? LOL
Devo dizer que para quem dizia que não percebia nada dos meus poemas, os teus tb andam ao mesmo nível... Só mesmo de DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA na mão... LOL
KEEP GOING!!! ; )