quinta-feira, abril 05, 2007
terça-feira, abril 03, 2007
Correndo o risco de tornar-me repetitiva, volto a postar um poema, mas isto tem uma boa explicação: ultimamente tenho andado a ler e a escrever muita poesia, por isso, vou partilhar convosco mais uma das minhas obras poéticas (dito assim até parece uma coisa profissional).
Espero que gostem tanto de ler o poema como eu de o escrever!
Esses teus harmoniosos olhos
Que invocam a comoção do meu cosmos
Que asfixiam a serenidade:
Ausente no instante em que estás presente.
Que clamam pela mais afincada meditação,
Que traduzem em significado o Universo,
Que encantam,
Que brotam emoção,
Que extinguem a razão…
Oh, que resplandecente olhar
Que retrata medos análogos aos meus,
Que irradia uma vivacidade veloz,
Que queima a castidade de uma alma,
Aniquilada por um sentimento firme
Que destrói,
Que constrói,
Que em Vossa ausência dói…
Cláudia Nóbrega (2/05/2007)
Espero que gostem tanto de ler o poema como eu de o escrever!
Esses teus harmoniosos olhos
Que invocam a comoção do meu cosmos
Que asfixiam a serenidade:
Ausente no instante em que estás presente.
Que clamam pela mais afincada meditação,
Que traduzem em significado o Universo,
Que encantam,
Que brotam emoção,
Que extinguem a razão…
Oh, que resplandecente olhar
Que retrata medos análogos aos meus,
Que irradia uma vivacidade veloz,
Que queima a castidade de uma alma,
Aniquilada por um sentimento firme
Que destrói,
Que constrói,
Que em Vossa ausência dói…
Cláudia Nóbrega (2/05/2007)
domingo, abril 01, 2007

Detenho-me num local repleto de gente
Mas a tua inexistência torna-o desguarnecido.
Abundantes são as palavras proferidas
Mas todas são desinteressantes
Porque a audição extasia
Ante a primazia do teu som:
O que excede são sonidos frívolos.
Os efémeros momentos tumultuam
Todos os instantes parecem infinidades:
Rendo-me perante esta autenticidade
Que martiriza e choca com o fundamento
Com o sentimento que acarreta tormento,
Do coração que censura a interdição
De tão proeminente emoção.
Cláudia Nóbrega
sexta-feira, março 30, 2007

Louvo o facto de ter chegado a sexta-feira, nem que seja para poder dormir mais um pouco de manhã (acho que isto já é uma boa recompensa!).
Hoje ocorreram alguns acontecimentos ou possivelmente um só acontecimento que me fez reflectir. Essas reflexões, provavelmente, não têm qualquer sentido existirem mas, apesar da minha consciência da realidade e de saber que não posso nem devo ignorar a realidade dos factos, não consigo evitá-las. Estas reflexões não deveriam ocorrer tendo em conta o conteúdo das mesmas e a situação em si, mas há momentos que as despertam e hoje deu-se um desses momentos.
Momentos reflexivos aparte que se prolongarão no fim-de-semana e durante todos os dias da semana, devo dizer que ainda há dias enviaram-me, por e-mail, um endereço electrónico que é muito interessante. Este interesse está relacionado com o facto desse site ter hiperligações para quase todos os sites que costumamos utilizar no quotidiano. Mas como há coisas que só mesmo vendo para crer, aqui está o link:
Hoje ocorreram alguns acontecimentos ou possivelmente um só acontecimento que me fez reflectir. Essas reflexões, provavelmente, não têm qualquer sentido existirem mas, apesar da minha consciência da realidade e de saber que não posso nem devo ignorar a realidade dos factos, não consigo evitá-las. Estas reflexões não deveriam ocorrer tendo em conta o conteúdo das mesmas e a situação em si, mas há momentos que as despertam e hoje deu-se um desses momentos.
Momentos reflexivos aparte que se prolongarão no fim-de-semana e durante todos os dias da semana, devo dizer que ainda há dias enviaram-me, por e-mail, um endereço electrónico que é muito interessante. Este interesse está relacionado com o facto desse site ter hiperligações para quase todos os sites que costumamos utilizar no quotidiano. Mas como há coisas que só mesmo vendo para crer, aqui está o link:
terça-feira, março 27, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
Volúpia

O fogo que arde
Na incerteza que me queima.
E tudo é surreal,
E tudo é miragem...
Só este gérmen
De um sentimento fulminante.
E sinto-me como água no deserto;
E sinto-me como luz na escuridão...
E não sei o que sinto,
E não sei o que penso...
Tudo parece aberrante e insensato...
A ideia extasiante desta incerteza me corrompe.
É – me estranha esta pitoresca sensação,
É – me alheio este sentir...
O meu coração palpita descompassado
Na intempérie desta volúpia...
E me consome o momento de tomá-lo por inteiro...
De envolvê-lo em meus braços.
Fazê-lo meu.
E me sinto delirante perante a perversão
De querê-lo a custo,
De possuí-lo por inteiro...
E nada me detém, nada me contém
Na gota crepitante deste sofrer elouquente.
Mas amá-lo não poderia sem a sua carícia fria
Sobre o meu coração que sente...
Na incerteza que me queima.
E tudo é surreal,
E tudo é miragem...
Só este gérmen
De um sentimento fulminante.
E sinto-me como água no deserto;
E sinto-me como luz na escuridão...
E não sei o que sinto,
E não sei o que penso...
Tudo parece aberrante e insensato...
A ideia extasiante desta incerteza me corrompe.
É – me estranha esta pitoresca sensação,
É – me alheio este sentir...
O meu coração palpita descompassado
Na intempérie desta volúpia...
E me consome o momento de tomá-lo por inteiro...
De envolvê-lo em meus braços.
Fazê-lo meu.
E me sinto delirante perante a perversão
De querê-lo a custo,
De possuí-lo por inteiro...
E nada me detém, nada me contém
Na gota crepitante deste sofrer elouquente.
Mas amá-lo não poderia sem a sua carícia fria
Sobre o meu coração que sente...
domingo, março 18, 2007
“Perguntas de algibeira”
Como resposta ao desafio colocado pela minha adorada irmã, em que tinha de responder a quatro “perguntas de algibeira”, aqui vão as respostas:
7 coisas que faço bem:
Há muitas coisas que gosto de fazer e vou partir do princípio que também as sei fazer bem que é escrever, falar, ouvir os outros, ler, dormir, considero também que tenho boas capacidades de organização e de motivação.
7 coisas que detesto:
Pessoas falsas;
Não ter nada para fazer (monotonia);
Desorganização;
Ter de levantar-me cedo;
Não gosto de quem não é capaz de cumprir as suas promessas e volta atrás com a sua palavra;
Inveja;
7 coisas que me atraem no sexo oposto:
O facto de ser atencioso, sincero, ter sentido de humor, ser inteligente, delicado, ser bom conversador e, por último mas não menos importante, o olhar.
7 coisas que costumo dizer:
“Isso são meros pormenores...”
“Então era isso!”
“Isso não interessa nem ao menino Jesus!”
“É já a seguir!”
“É a vida!”
“Eu percebo...”
“É mais ou menos isso!”
Ao contrário do que se costuma fazer, não vou desafiar ninguém em concreto para responder a estas questões, no entanto, sugiro que experimentem a fazer este pequeno “exercício”, vão ver que é muito interessante pois ajuda-nos a reflectir sobre nós próprios.
Fim-de-semana: finalmente!
Estou naquela altura do semestre em que o tempo começa a escassear face aos trabalhos que nos são “exigidos” pelos professores mas, apesar dos problemas que advêm disso no que diz respeito a grupos de trabalho e a coisas sem qualquer importância mas que às vezes incomodam, a minha obrigação é, nem mais nem menos, do que dar o meu melhor.
No presente momento, um dos trabalhos que estamos a desenvolver é um plano de negócios que não está a ser tarefa fácil, até porque é algo completamente novo para nós e existem coisas que são muito complexas de realizar, principalmente para quem não está na área da gestão ou da economia.
Eu, pessoalmente, vou encarar este trabalho como um desafio à minha capacidade de adaptação a diferentes tipos de trabalhos, vamos lá a ver se consigo superar mais este desafio.
Mudando ligeiramente de assunto, recentemente coloquei em prática uma ideia que já tinha há algum tempo, que era a de criar um blog de turma. Considero que é uma boa ideia mas só será verdadeiramente útil se todos participarem e derem utilidade a esse espaço. Tenho alguma esperança que eu não seja a única a reconhecer a importância de uma iniciativa deste género mas, como ainda é muito cedo para conclusões, vou deixar que o tempo se encarregue de as gerar.
domingo, março 11, 2007

Não basta querer
Porque o sonho é mais fácil que a vida,
É mais brando do que a dor,
É mais forte que a fraqueza fortalecida,
É mais alto que o dignificante valor,
É mais voraz do que qualquer determinação
E menos intenso do que o sentimento
Que habita em meu coração.
Não basta desejar
Porque amar é mais difícil que odiar,
É mais agitado do que a tempestade,
É mais belo que contemplar o luar,
É mais doloroso que a maldade
E menos contagiante
Do que a beleza do teu olhar.
Cláudia Nóbrega
Porque o sonho é mais fácil que a vida,
É mais brando do que a dor,
É mais forte que a fraqueza fortalecida,
É mais alto que o dignificante valor,
É mais voraz do que qualquer determinação
E menos intenso do que o sentimento
Que habita em meu coração.
Não basta desejar
Porque amar é mais difícil que odiar,
É mais agitado do que a tempestade,
É mais belo que contemplar o luar,
É mais doloroso que a maldade
E menos contagiante
Do que a beleza do teu olhar.
Cláudia Nóbrega
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Algumas considerações...
Ontem foi o dia em que se iniciaram as aulas do 2º semestre do ano lectivo de 2006/2006, no entanto, e uma vez que não tenho aulas na 2ª feira, só hoje é que fui até à Universidade. A primeira experiência deste 2º semestre foi, nem mais nem menos, do que quatro horas da unidade curricular de Psicopatologia Infantil e Juvenil.
Esta aula foi uma espécie de déjà vu pois já conhecíamos a professora do semestre transacto, todavia parece-me que esta unidade curricular será mais interessante do que a que a mesma leccionou no semestre passado (Psicologia da Aprendizagem), a avaliar pelo programa que nos foi dado a conhecer hoje. Para além disto, a metodologia das aulas vai sofrer algumas alterações, graças a uma reflexão conjunta sobre aquilo que correu bem e menos bem nas aulas do semestre anterior. Pode dizer-se que esta é uma das vantagens primordiais de ter a mesma docente, no entanto, todos os professores devem reflectir sobre as suas práticas, independentemente de terem ou não os mesmos alunos, com o intuito de melhor de forma qualitativa o ensino.
Aulas aparte e tendo em conta o último post aqui publicado, ainda hoje numa daquelas conversas de café debatíamos um tema muito em voga e quase incontornável nos últimos tempos: o aborto. Por entre um debate em que estavam presentes oito pessoas, todos apresentaram, evidentemente, pareceres muito pessoais sobre esta temática, no entanto, em uma coisa todos concordámos: o referendo realizado no passado domingo é, pura e simplesmente, uma manobra de distracção para problemas que, incontestavelmente, têm mais pertinência.
Mais uma vez foram “poucos a decidir por todos”, se tivermos em consideração que a abstenção rondou os 56,39%. Os resultados finais só demonstram que este é um tema cuja opinião está longe de ser unânime pois 59,2% das pessoas que votaram são a favor da despenalização voluntária da gravidez nas dez primeiras semanas de gravidez e 40,8% discordam da perspectiva anterior.
Como é facilmente perceptível este resultado não é vinculativo, dada a elevada percentagem de abstenção por isso, este é um assunto que levanta e continuará a levantar muitas polémicas, uma delas é que já todos tínhamos percebido que, independentemente do resultado do referendo, a lei sobre a despenalização do aborto seria aprovada, mais tarde ou mais cedo, consideração esta que só vem reforçar a ideia de que não havia necessidade deste referendo e que o objectivo do mesmo não era, propriamente, o de saber a opinião da sociedade portuguesa!
Acho que já têm aqui muita matéria para reflectir…
domingo, fevereiro 11, 2007
Referendo sobre o aborto
Hoje é o dia em que os portugueses vão às urnas devido ao referendo que diz respeito à despenalização do aborto. A pergunta que se faz é a seguinte: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”, embora a pergunta tenha suscitado muitas dúvidas, a resposta fica a cargo de todos aqueles que foram ou ainda vão votar. Assim sendo, aproveito para citar uma SMS que recebi hoje apelando ao voto que diz: “Vai votar. Para que não sejam de novo poucos a decidir por todos!”
sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Pertenci a uma era
Em que a insensibilidade transbordava,
Em que o tempo parecia igual,
E tudo permanecia tão banal.
Parecias constituir um mero marco da passagem,
A actualidade que brevemente concerniria ao passado
E a vida prosseguiria ignorando todos os momentos
E a intuição permaneceria supérflua por todos os tempos.
Porém os momentos arquitectaram uma agregação
Impulsionando o que jamais a razão conjecturaria
Manifestando uma revelação tão nítida como o dia
De que o futuro permaneceria estanque ante todos esses instantes.
Em diversas situações acalmei-me com a presença reconfortante,
Com palavras que emanaram encantamentos,
Com a existência que ironicamente parecia desigual
Proporcionado instantes de cariz trivial.
As palavras transfiguraram-se em inutilidades
Porque perante esse olhar a vida imobiliza,
A obscuridade irreversivelmente passa
Porque minh’alma se rende perante tanta graça.
O enamoramento consome o mais ínfimo raciocínio,
A dúvida assombra qualquer réstia de convicção
Mas quando a luz de um olhar renasce
Extingue todas as ambiguidades que se conceberam em vão.
Ousaria proferir tais divagares por todo o cosmos,
Experimentaria a incorrecção de exteriorizar este poema
Convicta de que algo feneceria mas uma vida ressurgia
Envolta na áurea que envolve o teu olhar.
O caminho torna-se mais fulgente:
Escrevo mil poesias enaltecendo essa magia contagiante
Porque a vida se encaminha para a eternidade
Iluminando a alma descontente com a felicidade.
Beneficio com a inspiração que emanas
Porque a arte clama pelo enaltecimento
E após a descoberta do sentimento
Imortalizo a tua existência pela infinidade!
Cláudia Nóbrega (1 de Fevereiro de 2007)
Em que a insensibilidade transbordava,
Em que o tempo parecia igual,
E tudo permanecia tão banal.
Parecias constituir um mero marco da passagem,
A actualidade que brevemente concerniria ao passado
E a vida prosseguiria ignorando todos os momentos
E a intuição permaneceria supérflua por todos os tempos.
Porém os momentos arquitectaram uma agregação
Impulsionando o que jamais a razão conjecturaria
Manifestando uma revelação tão nítida como o dia
De que o futuro permaneceria estanque ante todos esses instantes.
Em diversas situações acalmei-me com a presença reconfortante,
Com palavras que emanaram encantamentos,
Com a existência que ironicamente parecia desigual
Proporcionado instantes de cariz trivial.
As palavras transfiguraram-se em inutilidades
Porque perante esse olhar a vida imobiliza,
A obscuridade irreversivelmente passa
Porque minh’alma se rende perante tanta graça.
O enamoramento consome o mais ínfimo raciocínio,
A dúvida assombra qualquer réstia de convicção
Mas quando a luz de um olhar renasce
Extingue todas as ambiguidades que se conceberam em vão.
Ousaria proferir tais divagares por todo o cosmos,
Experimentaria a incorrecção de exteriorizar este poema
Convicta de que algo feneceria mas uma vida ressurgia
Envolta na áurea que envolve o teu olhar.
O caminho torna-se mais fulgente:
Escrevo mil poesias enaltecendo essa magia contagiante
Porque a vida se encaminha para a eternidade
Iluminando a alma descontente com a felicidade.
Beneficio com a inspiração que emanas
Porque a arte clama pelo enaltecimento
E após a descoberta do sentimento
Imortalizo a tua existência pela infinidade!
Cláudia Nóbrega (1 de Fevereiro de 2007)
terça-feira, fevereiro 06, 2007

Quando estou só reconheço
Se por momentos me esqueço
Que existo entre outros que são
Como eu sós, salvo que estão
Alheados desde o começo.
E se sinto quanto estou
Verdadeiramente só,
Sinto-me livre mas triste.
Vou livre para onde vou,
Mas onde vou nada existe.
Creio contudo que a vida
Devidamente entendida
É toda assim, toda assim.
Por isso passo por mim
Como por cousa esquecida.
Fernando Pessoa
sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Saudações a todos os leitores!
Escrevo porque neste momento estou a gozar de umas férias que, apesar de serem relativamente curtas, são óptimas para que haja uma preparação psicológica para o novo semestre que tem início no próximo dia 12 de Fevereiro de 07.
Fazendo uma retrospecção ao semestre que recentemente terminou, posso dizer que os resultados superaram as minhas expectativas e que o curso começa a tornar-se mais interessante à medida que vai ficando mais específico. Por exemplo, áreas como a Administração e Gestão Escolar, Teoria e Desenvolvimento Curricular e Tecnologia e Inovação na Educação são áreas indispensáveis nas Ciências da Educação, designadamente, para que haja uma melhor compreensão daquilo que se passa nos “bastidores” de uma escola e serve, igualmente para que nós, futuros licenciados em Ciências da Educação, ganhemos uma consciência crítica face a tudo isso para que num futuro próximo (espero) possamos intervir, qualitativamente, de forma a melhorar esses mesmos “movimentos de bastidores”.
Para além disso, neste semestre tive o privilégio de colaborar na organização do II Colóquio do DCE – UMa e VII Colóquio Internacional da SEEE intitulado Educação e Cultura, que se realizou no Funchal (Grand Pestana Hotel) nos dias 6 e 7 de Dezembro de 2006. Gostei da experiência porque foi muito enriquecedora, na medida em que é sempre diferente ir a um colóquio apenas para assistir e estar envolvido, de alguma forma, na sua organização. Claro que tenho plena consciência que a minha participação foi uma ínfima parte do necessário para que o mesmo decorresse da melhor forma possível, mas é sempre bom poder dar, nem que seja um pequeno contributo para que um evento desta natureza se realize.
Termino este post com a certeza de que estou preparada para no próximo semestre dar o meu melhor, a ver vamos como corre. Para já, vou aproveitar para descansar e acabar de ler o livro “O Amor nos tempos de Cólera” do escritor Gabriel Garcia Marquez (Prémio Nobel da Literatura - 1982), porque ainda me encontro nos primeiros capítulos mas, fica desde já a promessa de que quando terminar a leitura, faço um post com o feedback.
Até breve!
Escrevo porque neste momento estou a gozar de umas férias que, apesar de serem relativamente curtas, são óptimas para que haja uma preparação psicológica para o novo semestre que tem início no próximo dia 12 de Fevereiro de 07.
Fazendo uma retrospecção ao semestre que recentemente terminou, posso dizer que os resultados superaram as minhas expectativas e que o curso começa a tornar-se mais interessante à medida que vai ficando mais específico. Por exemplo, áreas como a Administração e Gestão Escolar, Teoria e Desenvolvimento Curricular e Tecnologia e Inovação na Educação são áreas indispensáveis nas Ciências da Educação, designadamente, para que haja uma melhor compreensão daquilo que se passa nos “bastidores” de uma escola e serve, igualmente para que nós, futuros licenciados em Ciências da Educação, ganhemos uma consciência crítica face a tudo isso para que num futuro próximo (espero) possamos intervir, qualitativamente, de forma a melhorar esses mesmos “movimentos de bastidores”.
Para além disso, neste semestre tive o privilégio de colaborar na organização do II Colóquio do DCE – UMa e VII Colóquio Internacional da SEEE intitulado Educação e Cultura, que se realizou no Funchal (Grand Pestana Hotel) nos dias 6 e 7 de Dezembro de 2006. Gostei da experiência porque foi muito enriquecedora, na medida em que é sempre diferente ir a um colóquio apenas para assistir e estar envolvido, de alguma forma, na sua organização. Claro que tenho plena consciência que a minha participação foi uma ínfima parte do necessário para que o mesmo decorresse da melhor forma possível, mas é sempre bom poder dar, nem que seja um pequeno contributo para que um evento desta natureza se realize.
Termino este post com a certeza de que estou preparada para no próximo semestre dar o meu melhor, a ver vamos como corre. Para já, vou aproveitar para descansar e acabar de ler o livro “O Amor nos tempos de Cólera” do escritor Gabriel Garcia Marquez (Prémio Nobel da Literatura - 1982), porque ainda me encontro nos primeiros capítulos mas, fica desde já a promessa de que quando terminar a leitura, faço um post com o feedback.
Até breve!
domingo, janeiro 21, 2007
Existem determinados factos que acarretam uma tonalidade de perplexidade e incompreensão. Assim sendo, assumo, perante os milhares de leitores deste magnífico blog que existem, efectivamente, vários factos que me perturbam um deles é, certamente, o motivo pelo qual a SIC ainda não encerrou as emissões depois de ter colocado, na sua já rica programação, uma novela, série, programa cómico, ou que designação cada um lhe queira atribuir, intitulada “Floribela”. Para quando o último episódio? É que já ninguém sequer chama o dito canal pelo nome, visto que a designação de “floribela” fica melhor pois, segundo aquilo que parece, aproximadamente 90% da programação da SIC é com a Floribela!
Considero que é por programação como esta que este país não evolui, aliás, apenas incute nas crianças o sentido de reprodução daquilo que vêem e não as ensina a produzirem o seu próprio pensamento fazendo com que estas sejam meras cópias da “Floribela” e dos “Morangos com Açúcar”.
Este assunto tem muito que se lhe diga mas existe um outro facto que é intrigante, que são os movimentos estranhos que se processam, exactamente em baixo do Aeroporto Internacional da Madeira. Serão obras? Será o ponto de encontro para reuniões clandestinas de grupos revolucionários? Chuva não é certamente e o vento não bate assim!

E quando eu pensei que, posto tudo isto, já nada me poderia surpreender algo acontece! Recentemente pude descobrir um conceito de justiça completamente inovador que consiste exactamente em roubar a uns para dar a outros. Mas há quem possa alegar que isto não tem nada de inovador pois já o Robin Hood roubava aos ricos para dar aos pobres. Pois é, mas nunca ninguém pensou que o Robin Hood podia ter seguidores e constituir um mestre para muita gente dos mais diversos campos como político, religioso, cultural e mesmo educativo.
Resta-me deixar um alerta: hoje fui eu a vítima de uma seguidora do Robin Hood, amanhã podem ser vocês, por isso, mantenham-se alerta!
sábado, janeiro 06, 2007
Olá a todos!
Espero que tenham tido uma boa passagem de ano!
E, já agora, a própósito de passagem do ano, o Guinness World Records atribuiu à passagem de ano na Madeira o título de "Maior Espectáculo Pirotécnico do Mundo", acho que é um facto mais que suficiente para nós madeirenses estarmos muito orgulhosos.
E já que estou a falar na Madeira, continuarei em território nacional para deixar-vos uma música de uma banda portuguesa que, enfim, dispensa qualquer tipo de comentários!
Espero que tenham tido uma boa passagem de ano!
E, já agora, a própósito de passagem do ano, o Guinness World Records atribuiu à passagem de ano na Madeira o título de "Maior Espectáculo Pirotécnico do Mundo", acho que é um facto mais que suficiente para nós madeirenses estarmos muito orgulhosos.
E já que estou a falar na Madeira, continuarei em território nacional para deixar-vos uma música de uma banda portuguesa que, enfim, dispensa qualquer tipo de comentários!
Squeeze Theeze Pleeze - D's Song
sábado, dezembro 30, 2006
terça-feira, dezembro 26, 2006
domingo, novembro 12, 2006
sexta-feira, novembro 03, 2006
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