
quarta-feira, maio 27, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
Análise Grafológica
Comportamento social: Cláudia não liga nem um pouco, mesmo quando é veementemente criticada em sua aparência pessoal.
Cláudia, quando é submetida a críticas com referência ao seu desempenho e capacidade nunca se abalará, procurará, em vez disso, sempre manter seu porte e dignidade, jamais deixando-se abater.
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Implicações profissionais: às vezes Cláudia se mostra vacilante ao empreender alguma coisa, em outros momentos ela fica impaciente e ansiosa, desejando que tudo aconteça rápida e imediatamente.
Às vezes, Cláudia estabelece metas perfeitamente possíveis de serem alcançadas. Em outros momentos, ela anseia por objectivos audaciosos e até irreais. Ela experimenta, então, o sucesso e a decepção, assim, sua confiança em sua própria capacidade na realização de seus propósitos pode oscilar, alternar.
Cláudia é uma pessoa muito entusiástica e frequentemente ela fica bastante animada quando o assunto tratado é o seu trabalho ou sua ocupação.
Cláudia pode se beneficiar de uma avaliação positiva e construtiva de seu desempenho e não reagirá defensivamente, mesmo quando é criticada. Ela continuará observando objectivamente o seu trabalho e mudará quando achar necessário e desde que seja para torná-lo o melhor possível.
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Características da personalidade: Considerando que a força de vontade de Cláudia seja adequada, geralmente ela estará capacitada para fazer o que é preciso ser feito.
Cláudia é bastante paciente e não se frustra quando é forçada a esperar por alguma coisa.
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(Texto em português do Brasil)
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Etiquetas:
Grafologia análise grafológica teste
segunda-feira, maio 25, 2009
Palestra online sobre Técnicas de Libertação Emocional (EFT)
Quando? Quinta-feira, 28 Maio de 2009 das 21:30 às 22:30
Oradores: Carlos Anastácio, Maria Luisa Luzia em Lisboa , Ângela Maria, Luís Fernandes no Porto, (EFT-Pratitioners - Coaches).
domingo, maio 24, 2009
Palestra "Faça um upgrade à sua vida"
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No passado dia 22 de Maio, tive a oportunidade de assistir à palestra intitulada "Faça um upgrade à sua vida" cujo orador foi o autor do livro com o mesmo nome da palestra, Carlos Anastácio.
De facto, nós temos um poder ilimitado que pode e deve ser utilizado.
O universo responde de forma proporcional às vibrações que emitimos, como tal, é fulcral definirmos de forma precisa e inequívoca os objectivos que temos para as diversas áreas da nossa vida.
Tenho a convicção e evidências suficientes que me permitem afirmar com toda a certeza que a Lei da Atracção funciona mesmo, por isso, devemos tomar consciência de que tudo o que pensamos e sentimos, aqui e agora, vai ter uma resposta, por parte do Universo, num futuro próximo.
Além disso, partilho da mesma opinião do Carlos Anastácio quando refere que a crise é um estado de pensamento pois aquilo que vemos no nosso exterior é, pura e simplesmente, o reflexo daquilo que se passa no nosso interior. A realidade é sempre a mesma, o significado que damos à mesma é que vai ilustrar a forma como vemos o mundo.
Gostei imenso de ter feito parte das cerca de 200 pessoas que tiveram o previlégio de assistir a esta interessante palestra. Muito obrigado!
quinta-feira, maio 21, 2009
…hoje acordei com o som da chuva e vento a bater, freneticamente, na janela do meu quarto. Soube tão bem estar aconchegada debaixo dos lençóis e relembrar as cinzentas manhãs de Inverno.
Parece que vamos ter queda de neve nos picos mais altos e há uma forte probabilidade de ocorrência de trovoadas mas, independentemente do tempo que se faz sentir lá fora, há um brilho, uma pacificidade e uma alegria que transborda de mim…
terça-feira, maio 19, 2009
Ausente mar de maravilha
Volvi na insânia da fantasia
Jurando aos pés de uma quimera
Que floresce neste dia de primavera.
Tarda mas pouco falha
Porque não me contento com a migalha
Do Amor que em pólvora me incendiou
Na pele fina… tanto que amou…
Banha-se num local de praia
Num embalar cortês de catraia
Adoçante nas dianteiras chuvas de inverno.
Bebo o chá enrolada numa mantinha
Abraço-te numa loucura de miudinha
Num prazer de vida eterno…
Cláudia Nóbrega
18 de Maio de 2009
Volvi na insânia da fantasia
Jurando aos pés de uma quimera
Que floresce neste dia de primavera.
Tarda mas pouco falha
Porque não me contento com a migalha
Do Amor que em pólvora me incendiou
Na pele fina… tanto que amou…
Banha-se num local de praia
Num embalar cortês de catraia
Adoçante nas dianteiras chuvas de inverno.
Bebo o chá enrolada numa mantinha
Abraço-te numa loucura de miudinha
Num prazer de vida eterno…
Cláudia Nóbrega
18 de Maio de 2009
sexta-feira, maio 15, 2009
Sorte ou azar?!
Desde cedo, fomos habituados a acreditar que tudo na vida é uma questão de sorte ou azar: aqueles que têm sucesso a nível profissional e pessoal têm a sorte do seu lado, os que não o têm, há a tendência de atribuir as culpas ao azar, sem questionar mais a fundo os motivos desse insucesso.
Aquilo que não nos apercebemos é de que as pessoas que, usualmente, têm sucesso, são aquelas que definem objectivos para todas as áreas da sua vida ou, pelo menos, acreditam de modo irrevogável que vão ter sucesso, conservando um espírito positivo perante toda e qualquer situação que se lhes depare.
Eu, pessoalmente, acredito que tudo aquilo que a vida nos dá é a consequência natural daquilo que se passa no nosso interior. No fundo, acredito que a Lei da Atracção é implacável e que só obtemos do Universo aquilo que emitimos.
Se valorizarmos todas as dádivas com que a vida nos presenteia diariamente e soubermos manter uma atitude de gratidão para com a mesma, a tendência natural é de obtermos cada vez mais coisas com as quais nos sintamos gratos.
Se encontrarmos a felicidade e o amor no nosso íntimo e percebermos que a única, sim, a ÚNICA, pessoa responsável pela nossa vida somos nós próprios, perceberemos o quão simples é ter a vida com a qual sempre sonhamos.
A felicidade é o fim último da nossa existência, uma felicidade que não depende de qualquer pessoa ou bem, uma felicidade contínua e inabalável que nos invade desde o nascer ao pôr-do-sol e que nos faz viver, de forma intensa e tranquila, cada momento que é, efectivamente, único e irrepetível.
Bom fim-de-semana a todos e façam por ser felizes!
domingo, maio 10, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
Esquecer mesmo a lembrar
(...)
Ouve-se muitas vezes por aí: “esqueci-me!”. A minha questão é: será que foi esquecimento?
Não, não foi esquecimento, não existe esquecimento quando nos queremos lembrar. Lembrar sem parar e sem quaisquer entraves. Lembrar-se nos momentos mais triviais, quando a lembrança não tem nada a ver com o momento em questão.
Gosto de lembrar-me, lembrar-me sem parar das coisas que me quero lembrar, sabendo que nunca as vou esquecer. Mesmo as coisas que quero esquecer hei-de lembrá-las sempre para relembrar-me dos desafios que enfrentei, percebendo onde estou e para onde caminho. Mas não quero esquecer-me de nada, quero lembrar-me sempre de tudo, para levar comigo cada peça do puzzle, que depois dará um lindo quadro. Um quadro para colocar no meu cantinho mais precioso e olhar para ele todos os dias lembrando-me das minhas lembranças mais queridas.
Posso não estar sempre a dar a lembrar-me porque sei que quem quer lembrar-se de mim há-de lembrar-se sempre e quem não quer também vai, porque não há esquecimento. Esquecimento é pensar que não nos lembramos de algo ou alguém por mais que saibamos que nos lembramos, mas que não demos o enfoque suficiente a essa lembrança quando ela tinha os holofotes todos ligados e jamais passaria despercebida.
Por isso, trago em mim cada palco que pisei, todas as personagens que comigo contracenaram e recordo-me do público que, algumas vezes aplaudia de pé e outras, porém, mantinha-se impávido e sereno, como se nem estivesse a decorrer qualquer espectáculo e, na verdade, não estava, mas toda a gente acreditava que sim, inclusive eu própria.
Hei-de lembrar-me sempre de tudo, convicta e certa de que jamais vou esquecer, nem quero esquecer, quero lembrar-me sempre de cada bocado de mim e de ti…
quinta-feira, abril 30, 2009
A caminho do desconhecido…
Se há uma coisa que eu gosto é de viajar. A sensação de viajar é semelhante àquela que se apodera de nós quando vamos a um restaurante e o funcionário coloca-nos à frente um prato com muito bom aspecto.
Tudo indica que aquela comida estará deliciosa, porque tem aspecto de o ser, mas só no momento em que, efectivamente, colocamos o paladar em acção, é que podemos tirar as devidas ilações.
Algumas vezes a comida está, de facto, deliciosa e deleitamo-nos com cada bocado daquele manjar dos deuses. Outras, porém, o paladar não faz jus ao aspecto espampanante que nos delicia (somente) os olhos.
É assim que eu me sinto quando vou viajar, sinto-me em vias de “provar” algo cujo aspecto é extraordinariamente inebriante. Sinto o mesmo arrepio que me percorreu o corpo quando fiz slide pela primeira vez. Ainda me recordo do cenário: subi até o cimo de uma pequena cascata e deslizei por entre as montanhas, finalizando o percurso num pequeno ribeiro poucos metros abaixo. Foi uma experiência tão interessante que eu acabei por repetir pouco tempo depois.
Existem também aquelas viagens que fazemos sem sair do local onde nos encontramos e, apesar disso, tudo parece tão real na nossa mente que é como se estivemos, de facto, perante aquele cenário por nós idealizado. É como imaginar o Benfica a ser campeão… os festejos efusivos… e depois damo-nos de conta que não estamos lá, que o Benfica não ganhou o campeonato e, apesar de tudo, acreditamos que isso é verdade, porque para nós é verdade e ninguém que diga o contrário porque nós nem queremos saber.
É assim que eu vejo as viagens, como um campeonato que está mais que ganho, mesmo quando estou na última posição da tabela classificativa e sinto-me orgulhosa por isso, apesar de ao sair do estádio ser contemplada com os adeptos a acenar-me com lenços brancos.
Para a próxima época há mais, descansem!
quarta-feira, abril 29, 2009
De mãos abertas
Escancaradas!
Ecoa a vida mundana
Lascas de um finito intrusivamente infinito
Desinteressante,
Como meras ovelhas tresmalhadas.
Tilinta a consciência emudecida
Cacos de um tesouro desenterrado
Velharias fúteis e exorbitantes
Que realçam o amor ressuscitado.
Vidros estilhaçados varrem o acobardamento
Atulhado numa mala…
(Sei lá! Talvez algum dia…)
Vareja o cano de esgoto acabrunhado
(Não sei! Já disse!)
É afoiteza?!
(O assunto está encerrado!)
Cláudia Nóbrega
12 de Abril de 2009
terça-feira, abril 28, 2009
Evolução
…eis uma das maravilhas de viver numa ilha com um clima subtropical: o dia começou com uma chuvada, digna daqueles dias, tipicamente, invernais e agora está um sol maravilhoso que faz esquecer a roupa molhada pela chuva da manhã.
Esta alternância de estado climático ou climatérico reporta-nos para uma interpretação bem mais profunda do fenómeno se o transpusermos para a nossa vida.
Se recuarmos no tempo e fizermos uma sucinta pesquisa histórica apercebemo-nos de que muitas foram as alterações que caracterizaram a história da humanidade. Umas alterações foram bastante imponentes outras, porém, foram bem mais subtis, mas surtiram efeitos, igualmente, proeminentes.
Esta é uma leitura, claramente, macro da situação, por isso, vamos fazer uma análise mais micro, recorrendo a um lupa (ou talvez baste um espelho).
E nós que mudanças temos feito na nossa vida?
Temos evoluído enquanto pessoas ou estamos estagnados ou quiçá em regressão?
A mudança ou evolução não parte dos outros, mas sim de cada uma de nós em função do todo, de modo a elevarmos, continuamente, o nível de consciência da humanidade.
Visão utópica?
Talvez… mas a utopia ainda tem uma conotação um pouco ingrata, remetendo-nos para a intangibilidade dos nossos objectivos, quando a sua tangibilidade só depende de nós.
Ora, na minha modesta interpretação a utopia é um patamar que conseguimos atingir, se para isso, tomarmos por companhia a certeza de que nada é certo e de que podemos sempre evoluir pessoal e espiritualmente, numa evolução sem porto de chegada.
Aliás, mesmo que houvesse um porto de chegada eu não queria lá chegar pois o caminho, por si só, é verdadeiramente fascinante e espectacular…
Esta alternância de estado climático ou climatérico reporta-nos para uma interpretação bem mais profunda do fenómeno se o transpusermos para a nossa vida.
Se recuarmos no tempo e fizermos uma sucinta pesquisa histórica apercebemo-nos de que muitas foram as alterações que caracterizaram a história da humanidade. Umas alterações foram bastante imponentes outras, porém, foram bem mais subtis, mas surtiram efeitos, igualmente, proeminentes.
Esta é uma leitura, claramente, macro da situação, por isso, vamos fazer uma análise mais micro, recorrendo a um lupa (ou talvez baste um espelho).
E nós que mudanças temos feito na nossa vida?
Temos evoluído enquanto pessoas ou estamos estagnados ou quiçá em regressão?
A mudança ou evolução não parte dos outros, mas sim de cada uma de nós em função do todo, de modo a elevarmos, continuamente, o nível de consciência da humanidade.
Visão utópica?
Talvez… mas a utopia ainda tem uma conotação um pouco ingrata, remetendo-nos para a intangibilidade dos nossos objectivos, quando a sua tangibilidade só depende de nós.
Ora, na minha modesta interpretação a utopia é um patamar que conseguimos atingir, se para isso, tomarmos por companhia a certeza de que nada é certo e de que podemos sempre evoluir pessoal e espiritualmente, numa evolução sem porto de chegada.
Aliás, mesmo que houvesse um porto de chegada eu não queria lá chegar pois o caminho, por si só, é verdadeiramente fascinante e espectacular…
sábado, abril 25, 2009
Elogios masculinos...

Alguém consegue explicar o motivo pelo qual sempre que algum indivíduo do sexo masculino faz um elogio a um do sexo feminino ninguém o leva a sério e torcem o nariz esboçando um sorriso maroto?
“Pois… sei!” – dizem com um ar de sexta-feira quando já a noite vai longa e os níveis de alcoolemia já permitem conduzir um carro em linha curva.
Então que sabedoria suprema é essa ou que fórmula super secreta se esconde por detrás da raiz quadrada do raciocínio sobre o qual me debruço?
Não quero originar um “Prós e Contras” nem descobrir o sexo dos anjos porque toda a gente sabe que a RTP já deu o que tinha a dar e que os anjos têm mais que façam sem ser debruçar-se sobre temas pseudo-intelectuais que só ficam bem quando se lhes junta uns indivíduos com um ar intelectual que se auto-designam de “especialistas”, quando a sua única especialidade é a trivialidade de não saberem nada sobre coisa alguma.
Ora, eu como pseudo-entendida no assunto afirmo convictamente que não percebo nada de cálculo matemático, quando se lhe adiciona a probabilidade de obter um elogio sem qualquer auto-proveito. Tenho de averiguar se uso os arranjos ou combinações para chegar a um resultado exacto que possa exibir na tentativa de que ninguém o questione.
Até digo mais, tenho sérias dúvidas de que este processo desencadeie um reflexo condicionado que depois se acciona cada vez que se fizer soar a campainha do discurso, impecavelmente articulado, numa teia de aranhas que numa só vassourada se desfaz.
Mas de momento o canil está encerrado para obras e os processos pavlovianos já estão, ligeiramente, ultrapassados. Insisto no raciocínio lógico-matemática e asseguro que depois do cálculo efectuado não haverá qualquer margem para a mais ignóbil incerteza.
sexta-feira, abril 24, 2009
Simplesmente escrever…
Depois, quando parece que não temos nada para escrever, escrevemos sobre tudo e sobre nada, sobre o infinito e o finito, sobre a dia e a noite, como se isso fosse, realmente, importante e merecesse ficar registado, mas merece de tal forma que acaba por ficar imortalizado.
Então hoje escrevo sem saber o que escrever quando tenho tanto para dizer e nem sei por onde iniciar. Escrevo porque gosto das palavras, da sua conjugação, das frases que consigo construir sem grande esforço e porque posso reler o texto e achar que nada disto faz sentido, mas faz, eu é que não consigo conferir um sentido a algo que transcende até o mais ínfimo ou grandioso sentido.
As palavras equiparam-se ao toque de um telemóvel, alto e ritmado, num momento em que nós não queríamos ser interrompidos, de forma alguma. E quando o telemóvel toca, tudo se desmorona, sem se ter dado a construção.
Existem momentos em que proferir qualquer palavra torna-se desnecessário porque existem coisas inexprimíveis… são coisas que nem sei bem o que são. Serão sentimentos? Emoções? Não sei… mas sinto que transcende todas estas inutilidades.
Queria dizer mais do que aquilo que digo, mas não sei o quê. Escrevi tanto, palavras atrás de palavras, preenchendo folhas, umas atrás das outras, e sinto que não disse nada, absolutamente nada. Será porque o dicionário ainda é muito restrito e aquilo que quero dizer ainda não é um vocábulo com um significado perceptível?
Eu sei que não preciso escrever mais porque tenho a estranha certeza de que te identificas com cada palavra que aqui coloquei, numa tentativa de embelezar este texto. Sei que me ajudarás a encontrar novos vocábulos que expliquem ao mundo aquilo que sentimos sem precisar proferir qualquer palavra…
domingo, abril 19, 2009
quarta-feira, abril 08, 2009
(Sem Título)
Forma de saudação: “Hello darling”.
Facto: Não constava nenhum “lol” ou “hehe” à frente.
Suposição: o assunto parece sério.
Constatação (em jeito de dúvida): afinal o assunto não era sério (ou era?!).
Despedida: inexistente. Parece uma espécie de filme de terror que acaba com uma frase do género: “e viveram felizes para sempre!”.
Hãn?!
É assim que nós nos sentimos, com um grande ponto de interrogação na mente.
Sim, “nós”, já que esta é uma pertinente dúvida existencial partilhada.
É hora de vestir-se a rigor:
Gabardine – Confirmado!
Óculos escuros – Confirmado!
Lupa – Confirmado!
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
Facto: Não constava nenhum “lol” ou “hehe” à frente.
Suposição: o assunto parece sério.
Constatação (em jeito de dúvida): afinal o assunto não era sério (ou era?!).
Despedida: inexistente. Parece uma espécie de filme de terror que acaba com uma frase do género: “e viveram felizes para sempre!”.
Hãn?!
É assim que nós nos sentimos, com um grande ponto de interrogação na mente.
Sim, “nós”, já que esta é uma pertinente dúvida existencial partilhada.
É hora de vestir-se a rigor:
Gabardine – Confirmado!
Óculos escuros – Confirmado!
Lupa – Confirmado!
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
terça-feira, abril 07, 2009
Diálogos paralelos na diagonal horizontalmente falando
Num destes dias tudo indicava para que aquele fosse um dia normal. Evidentemente que o conceito de normalidade é altamente subjectivo e, portanto, discutível.
Todavia ao dirigir-me para o meu local de trabalho cruzei-me com uma daquelas criaturas que ao adicionar-se à minha pessoa o resultado é sempre muito… como direi?! Explosivo é o termo!
Ora, no meio do nosso sempre interessante diálogo, a criatura proferiu as seguintes palavras: “tu és um produto da minha imaginação”.
Aquilo que posso acrescentar a estes estupendos e inigualáveis vocábulos é tão-somente que uma imaginação que conceba uma criatura como eu está muito para além da categoria de “fértil”…
segunda-feira, abril 06, 2009
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