domingo, maio 10, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
Esquecer mesmo a lembrar
(...)
Ouve-se muitas vezes por aí: “esqueci-me!”. A minha questão é: será que foi esquecimento?
Não, não foi esquecimento, não existe esquecimento quando nos queremos lembrar. Lembrar sem parar e sem quaisquer entraves. Lembrar-se nos momentos mais triviais, quando a lembrança não tem nada a ver com o momento em questão.
Gosto de lembrar-me, lembrar-me sem parar das coisas que me quero lembrar, sabendo que nunca as vou esquecer. Mesmo as coisas que quero esquecer hei-de lembrá-las sempre para relembrar-me dos desafios que enfrentei, percebendo onde estou e para onde caminho. Mas não quero esquecer-me de nada, quero lembrar-me sempre de tudo, para levar comigo cada peça do puzzle, que depois dará um lindo quadro. Um quadro para colocar no meu cantinho mais precioso e olhar para ele todos os dias lembrando-me das minhas lembranças mais queridas.
Posso não estar sempre a dar a lembrar-me porque sei que quem quer lembrar-se de mim há-de lembrar-se sempre e quem não quer também vai, porque não há esquecimento. Esquecimento é pensar que não nos lembramos de algo ou alguém por mais que saibamos que nos lembramos, mas que não demos o enfoque suficiente a essa lembrança quando ela tinha os holofotes todos ligados e jamais passaria despercebida.
Por isso, trago em mim cada palco que pisei, todas as personagens que comigo contracenaram e recordo-me do público que, algumas vezes aplaudia de pé e outras, porém, mantinha-se impávido e sereno, como se nem estivesse a decorrer qualquer espectáculo e, na verdade, não estava, mas toda a gente acreditava que sim, inclusive eu própria.
Hei-de lembrar-me sempre de tudo, convicta e certa de que jamais vou esquecer, nem quero esquecer, quero lembrar-me sempre de cada bocado de mim e de ti…
quinta-feira, abril 30, 2009
A caminho do desconhecido…
Se há uma coisa que eu gosto é de viajar. A sensação de viajar é semelhante àquela que se apodera de nós quando vamos a um restaurante e o funcionário coloca-nos à frente um prato com muito bom aspecto.
Tudo indica que aquela comida estará deliciosa, porque tem aspecto de o ser, mas só no momento em que, efectivamente, colocamos o paladar em acção, é que podemos tirar as devidas ilações.
Algumas vezes a comida está, de facto, deliciosa e deleitamo-nos com cada bocado daquele manjar dos deuses. Outras, porém, o paladar não faz jus ao aspecto espampanante que nos delicia (somente) os olhos.
É assim que eu me sinto quando vou viajar, sinto-me em vias de “provar” algo cujo aspecto é extraordinariamente inebriante. Sinto o mesmo arrepio que me percorreu o corpo quando fiz slide pela primeira vez. Ainda me recordo do cenário: subi até o cimo de uma pequena cascata e deslizei por entre as montanhas, finalizando o percurso num pequeno ribeiro poucos metros abaixo. Foi uma experiência tão interessante que eu acabei por repetir pouco tempo depois.
Existem também aquelas viagens que fazemos sem sair do local onde nos encontramos e, apesar disso, tudo parece tão real na nossa mente que é como se estivemos, de facto, perante aquele cenário por nós idealizado. É como imaginar o Benfica a ser campeão… os festejos efusivos… e depois damo-nos de conta que não estamos lá, que o Benfica não ganhou o campeonato e, apesar de tudo, acreditamos que isso é verdade, porque para nós é verdade e ninguém que diga o contrário porque nós nem queremos saber.
É assim que eu vejo as viagens, como um campeonato que está mais que ganho, mesmo quando estou na última posição da tabela classificativa e sinto-me orgulhosa por isso, apesar de ao sair do estádio ser contemplada com os adeptos a acenar-me com lenços brancos.
Para a próxima época há mais, descansem!
quarta-feira, abril 29, 2009
De mãos abertas
Escancaradas!
Ecoa a vida mundana
Lascas de um finito intrusivamente infinito
Desinteressante,
Como meras ovelhas tresmalhadas.
Tilinta a consciência emudecida
Cacos de um tesouro desenterrado
Velharias fúteis e exorbitantes
Que realçam o amor ressuscitado.
Vidros estilhaçados varrem o acobardamento
Atulhado numa mala…
(Sei lá! Talvez algum dia…)
Vareja o cano de esgoto acabrunhado
(Não sei! Já disse!)
É afoiteza?!
(O assunto está encerrado!)
Cláudia Nóbrega
12 de Abril de 2009
terça-feira, abril 28, 2009
Evolução
…eis uma das maravilhas de viver numa ilha com um clima subtropical: o dia começou com uma chuvada, digna daqueles dias, tipicamente, invernais e agora está um sol maravilhoso que faz esquecer a roupa molhada pela chuva da manhã.
Esta alternância de estado climático ou climatérico reporta-nos para uma interpretação bem mais profunda do fenómeno se o transpusermos para a nossa vida.
Se recuarmos no tempo e fizermos uma sucinta pesquisa histórica apercebemo-nos de que muitas foram as alterações que caracterizaram a história da humanidade. Umas alterações foram bastante imponentes outras, porém, foram bem mais subtis, mas surtiram efeitos, igualmente, proeminentes.
Esta é uma leitura, claramente, macro da situação, por isso, vamos fazer uma análise mais micro, recorrendo a um lupa (ou talvez baste um espelho).
E nós que mudanças temos feito na nossa vida?
Temos evoluído enquanto pessoas ou estamos estagnados ou quiçá em regressão?
A mudança ou evolução não parte dos outros, mas sim de cada uma de nós em função do todo, de modo a elevarmos, continuamente, o nível de consciência da humanidade.
Visão utópica?
Talvez… mas a utopia ainda tem uma conotação um pouco ingrata, remetendo-nos para a intangibilidade dos nossos objectivos, quando a sua tangibilidade só depende de nós.
Ora, na minha modesta interpretação a utopia é um patamar que conseguimos atingir, se para isso, tomarmos por companhia a certeza de que nada é certo e de que podemos sempre evoluir pessoal e espiritualmente, numa evolução sem porto de chegada.
Aliás, mesmo que houvesse um porto de chegada eu não queria lá chegar pois o caminho, por si só, é verdadeiramente fascinante e espectacular…
Esta alternância de estado climático ou climatérico reporta-nos para uma interpretação bem mais profunda do fenómeno se o transpusermos para a nossa vida.
Se recuarmos no tempo e fizermos uma sucinta pesquisa histórica apercebemo-nos de que muitas foram as alterações que caracterizaram a história da humanidade. Umas alterações foram bastante imponentes outras, porém, foram bem mais subtis, mas surtiram efeitos, igualmente, proeminentes.
Esta é uma leitura, claramente, macro da situação, por isso, vamos fazer uma análise mais micro, recorrendo a um lupa (ou talvez baste um espelho).
E nós que mudanças temos feito na nossa vida?
Temos evoluído enquanto pessoas ou estamos estagnados ou quiçá em regressão?
A mudança ou evolução não parte dos outros, mas sim de cada uma de nós em função do todo, de modo a elevarmos, continuamente, o nível de consciência da humanidade.
Visão utópica?
Talvez… mas a utopia ainda tem uma conotação um pouco ingrata, remetendo-nos para a intangibilidade dos nossos objectivos, quando a sua tangibilidade só depende de nós.
Ora, na minha modesta interpretação a utopia é um patamar que conseguimos atingir, se para isso, tomarmos por companhia a certeza de que nada é certo e de que podemos sempre evoluir pessoal e espiritualmente, numa evolução sem porto de chegada.
Aliás, mesmo que houvesse um porto de chegada eu não queria lá chegar pois o caminho, por si só, é verdadeiramente fascinante e espectacular…
sábado, abril 25, 2009
Elogios masculinos...

Alguém consegue explicar o motivo pelo qual sempre que algum indivíduo do sexo masculino faz um elogio a um do sexo feminino ninguém o leva a sério e torcem o nariz esboçando um sorriso maroto?
“Pois… sei!” – dizem com um ar de sexta-feira quando já a noite vai longa e os níveis de alcoolemia já permitem conduzir um carro em linha curva.
Então que sabedoria suprema é essa ou que fórmula super secreta se esconde por detrás da raiz quadrada do raciocínio sobre o qual me debruço?
Não quero originar um “Prós e Contras” nem descobrir o sexo dos anjos porque toda a gente sabe que a RTP já deu o que tinha a dar e que os anjos têm mais que façam sem ser debruçar-se sobre temas pseudo-intelectuais que só ficam bem quando se lhes junta uns indivíduos com um ar intelectual que se auto-designam de “especialistas”, quando a sua única especialidade é a trivialidade de não saberem nada sobre coisa alguma.
Ora, eu como pseudo-entendida no assunto afirmo convictamente que não percebo nada de cálculo matemático, quando se lhe adiciona a probabilidade de obter um elogio sem qualquer auto-proveito. Tenho de averiguar se uso os arranjos ou combinações para chegar a um resultado exacto que possa exibir na tentativa de que ninguém o questione.
Até digo mais, tenho sérias dúvidas de que este processo desencadeie um reflexo condicionado que depois se acciona cada vez que se fizer soar a campainha do discurso, impecavelmente articulado, numa teia de aranhas que numa só vassourada se desfaz.
Mas de momento o canil está encerrado para obras e os processos pavlovianos já estão, ligeiramente, ultrapassados. Insisto no raciocínio lógico-matemática e asseguro que depois do cálculo efectuado não haverá qualquer margem para a mais ignóbil incerteza.
sexta-feira, abril 24, 2009
Simplesmente escrever…
Depois, quando parece que não temos nada para escrever, escrevemos sobre tudo e sobre nada, sobre o infinito e o finito, sobre a dia e a noite, como se isso fosse, realmente, importante e merecesse ficar registado, mas merece de tal forma que acaba por ficar imortalizado.
Então hoje escrevo sem saber o que escrever quando tenho tanto para dizer e nem sei por onde iniciar. Escrevo porque gosto das palavras, da sua conjugação, das frases que consigo construir sem grande esforço e porque posso reler o texto e achar que nada disto faz sentido, mas faz, eu é que não consigo conferir um sentido a algo que transcende até o mais ínfimo ou grandioso sentido.
As palavras equiparam-se ao toque de um telemóvel, alto e ritmado, num momento em que nós não queríamos ser interrompidos, de forma alguma. E quando o telemóvel toca, tudo se desmorona, sem se ter dado a construção.
Existem momentos em que proferir qualquer palavra torna-se desnecessário porque existem coisas inexprimíveis… são coisas que nem sei bem o que são. Serão sentimentos? Emoções? Não sei… mas sinto que transcende todas estas inutilidades.
Queria dizer mais do que aquilo que digo, mas não sei o quê. Escrevi tanto, palavras atrás de palavras, preenchendo folhas, umas atrás das outras, e sinto que não disse nada, absolutamente nada. Será porque o dicionário ainda é muito restrito e aquilo que quero dizer ainda não é um vocábulo com um significado perceptível?
Eu sei que não preciso escrever mais porque tenho a estranha certeza de que te identificas com cada palavra que aqui coloquei, numa tentativa de embelezar este texto. Sei que me ajudarás a encontrar novos vocábulos que expliquem ao mundo aquilo que sentimos sem precisar proferir qualquer palavra…
domingo, abril 19, 2009
quarta-feira, abril 08, 2009
(Sem Título)
Forma de saudação: “Hello darling”.
Facto: Não constava nenhum “lol” ou “hehe” à frente.
Suposição: o assunto parece sério.
Constatação (em jeito de dúvida): afinal o assunto não era sério (ou era?!).
Despedida: inexistente. Parece uma espécie de filme de terror que acaba com uma frase do género: “e viveram felizes para sempre!”.
Hãn?!
É assim que nós nos sentimos, com um grande ponto de interrogação na mente.
Sim, “nós”, já que esta é uma pertinente dúvida existencial partilhada.
É hora de vestir-se a rigor:
Gabardine – Confirmado!
Óculos escuros – Confirmado!
Lupa – Confirmado!
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
Facto: Não constava nenhum “lol” ou “hehe” à frente.
Suposição: o assunto parece sério.
Constatação (em jeito de dúvida): afinal o assunto não era sério (ou era?!).
Despedida: inexistente. Parece uma espécie de filme de terror que acaba com uma frase do género: “e viveram felizes para sempre!”.
Hãn?!
É assim que nós nos sentimos, com um grande ponto de interrogação na mente.
Sim, “nós”, já que esta é uma pertinente dúvida existencial partilhada.
É hora de vestir-se a rigor:
Gabardine – Confirmado!
Óculos escuros – Confirmado!
Lupa – Confirmado!
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
terça-feira, abril 07, 2009
Diálogos paralelos na diagonal horizontalmente falando
Num destes dias tudo indicava para que aquele fosse um dia normal. Evidentemente que o conceito de normalidade é altamente subjectivo e, portanto, discutível.
Todavia ao dirigir-me para o meu local de trabalho cruzei-me com uma daquelas criaturas que ao adicionar-se à minha pessoa o resultado é sempre muito… como direi?! Explosivo é o termo!
Ora, no meio do nosso sempre interessante diálogo, a criatura proferiu as seguintes palavras: “tu és um produto da minha imaginação”.
Aquilo que posso acrescentar a estes estupendos e inigualáveis vocábulos é tão-somente que uma imaginação que conceba uma criatura como eu está muito para além da categoria de “fértil”…
segunda-feira, abril 06, 2009
terça-feira, março 31, 2009
Eu
Hoje apetece-me simplesmente escrever… escrever para imortalizar estes sentimentos que me invadem.
Sei que nenhuma palavra que eu possa deixar aqui vai fazer jus ao que realmente sinto mas deixem-me escrever, simplesmente, escrever…
É uma sensação de leveza que se apoderou do meu peito, sinto-me como um pássaro a voar no mundo das emoções positivas, numa pacificidade tão terna e reconfortante. E quando tento concentrar-me em todas estas sensações para deleitar-me com cada uma delas, sinto um arrepio que percorre todo o meu corpo sem piedade.
Muitos perguntarão: que se passa? Qual foi o grande acontecimento que a deixou assim?
Mas eu respondo…
Não se passou nada de concreto!
Admirados?
Simplesmente estou a desenvolver em mim as emoções que quero sentir… e mereço tanto senti-me assim…
Na passada semana fui posta à prova… sim, surgiu um grande desafio na minha vida. Poderia encerrar-me na caverna do pensamento e não mais de lá sair, poderia gritar a todo o mundo como se o mundo tivesse desabado sobre mim… mas não o fiz!
Encarei a situação como ela merecia ser encarada: como um desafio para evoluir. Tudo foi tão mais simples… oh se foi… e agora, no momento em que escrevo, sinto que se formou uma barreira à minha volta que só deixa entrar as boas energias.
Agora não existem quaisquer bloqueios à minha evolução pois os “fantasmas” do passado que me assombravam desapareceram sem deixar qualquer rasto.
Agora sinto-me pronta para ir até o fim do mundo, se preciso for, pois tenho ao meu lado a pessoa que eu mais amo e admiro neste mundo…
…EU!
quarta-feira, março 25, 2009
Apenas uma fase...
Eu, aqui neste quarto tão luminoso e sereno, diante mim me confesso.
Sim, acreditei em algo que não eram mais que vãs expectativas.
Acreditei ter o mundo diante mim quando estava à beira do abismo.
Despendi tempo e energia numa criação aberrante e deveras alucinante.
Não foste tu, fui eu… sim, fui eu! Confesso!
Li palavras que me emocionaram… sim, porque foram sentimentos (ou deverei dizer ilusões) que também já foram minhas.
Foi compaixão aquilo que senti… verdadeira compaixão.
Sabes, percebi que a vida passa sem que ela se aperceba do espectáculo grandioso que está a perder. Ela tem bilhete para a sessão, mas acredita que o espectáculo és tu… mas não és!
Talvez seja a Lei da atracção, nada mais…
Sinto-me magoada, admito! Magoada com aquilo que sempre soube mas nunca quis saber…
É apenas uma fase, uma breve e fugaz fase porque eu já estou a assistir ao espectáculo grandioso que é a vida… pois é, não desperdicei o bilhete!
Talvez não saibas mas a felicidade tomou-me por companhia e sinto-me como uma criança quando recebe um brinquedo novo…
Quero que saibas sem quaisquer exageros ou ironias que, independentemente daquilo que ocorrer no futuro, valeu a pena ter vindo ao mundo só para ter vivido uma história assim.
Sim, acreditei em algo que não eram mais que vãs expectativas.
Acreditei ter o mundo diante mim quando estava à beira do abismo.
Despendi tempo e energia numa criação aberrante e deveras alucinante.
Não foste tu, fui eu… sim, fui eu! Confesso!
Li palavras que me emocionaram… sim, porque foram sentimentos (ou deverei dizer ilusões) que também já foram minhas.
Foi compaixão aquilo que senti… verdadeira compaixão.
Sabes, percebi que a vida passa sem que ela se aperceba do espectáculo grandioso que está a perder. Ela tem bilhete para a sessão, mas acredita que o espectáculo és tu… mas não és!
Talvez seja a Lei da atracção, nada mais…
Sinto-me magoada, admito! Magoada com aquilo que sempre soube mas nunca quis saber…
É apenas uma fase, uma breve e fugaz fase porque eu já estou a assistir ao espectáculo grandioso que é a vida… pois é, não desperdicei o bilhete!
Talvez não saibas mas a felicidade tomou-me por companhia e sinto-me como uma criança quando recebe um brinquedo novo…
Quero que saibas sem quaisquer exageros ou ironias que, independentemente daquilo que ocorrer no futuro, valeu a pena ter vindo ao mundo só para ter vivido uma história assim.
terça-feira, março 24, 2009
Reconheço as apoquentações que te acometem
As sensações irrealistas e arrebatadas,
Irreflectidas e imponderadas
Que as quimeras arredam e, insensivelmente, esquecem…
Podes penetrar no mar e não mais retornar.
Podes divagar e não mais acordar.
Podes avistar a felicidade a levitar delirante.
Podes preferir ser um audacioso e insigne viajante.
Mas paraste… desististe… cedeste!
Preferiste as trevas imundas de um deplorável ser
Elegeste a tormenta, a mágoa, a assolação…
Compreendo! Outrora já me acobardei a essa sensação!
Cláudia Nóbrega
24 de Março de 2009
As sensações irrealistas e arrebatadas,
Irreflectidas e imponderadas
Que as quimeras arredam e, insensivelmente, esquecem…
Podes penetrar no mar e não mais retornar.
Podes divagar e não mais acordar.
Podes avistar a felicidade a levitar delirante.
Podes preferir ser um audacioso e insigne viajante.
Mas paraste… desististe… cedeste!
Preferiste as trevas imundas de um deplorável ser
Elegeste a tormenta, a mágoa, a assolação…
Compreendo! Outrora já me acobardei a essa sensação!
Cláudia Nóbrega
24 de Março de 2009
Why?

...
...
I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why?
In somebody else's sky, but why?
Why?
Why?
Can't it be...
Can't it be...
Can't it be mine...
Pearl Jam - Black
Pearl Jam - Black
Etiquetas:
Música Pearl Jam Black desabafo
sexta-feira, março 20, 2009
terça-feira, março 17, 2009
Concretização de um sonho...
Hoje apetece-me, pura e simplesmente, gritar aos sete ventos o quão feliz eu estou.
O "Apenas uma fase - Divagações" está para breve... para muito breve! :)
sexta-feira, março 13, 2009
As fotografias
As fotografias são elementos importantes na nossa vida pois, na maioria dos casos, refrescam-nos a memória em relação a determinados episódios passados.
Mas com o aparecimento das novas tecnologias, a fotografia já não é o que era pois existem inúmeros programas de manipulação de imagem que podem converter uma imagem real a uma vertente surreal.
É pois sobre a manipulação de imagem que eu vou falar.
Pois é, estimados leitores, num destes dias um grupo de criaturas decidiu fazer uma saída nocturna. Acabamos por juntar um grupo que imperava não só pela quantidade, mas também pela qualidade.
Então, a determinada altura quisemos fazer uma sessão fotográfica que imortalizasse o momento. Eram só sorrisos, flashes e poses interessantes. Até que um rapazito quis tirar uma foto de duas criaturas que, coincidência das coincidências, tinham o mesmo nome (eu não vos disse que isto é uma espécie de maldição).
Nada mais natural: com duas modelos de alto gabarito à sua frente, é compreensível que ele quisesse ficar com o registo dessas duas belezas estonteantes para venerar nas noites de insónia.
Mas a história não fica por aqui. Alguns dias depois esse rapazito decide enviar uma prenda a cada uma de nós.
Podia ser um cheque oferta da FNAC…
Um ursinho de peluche com um coração a dizer “I Love you”
Um perfume da Hugo Boss
Um Ferrari
Uma viagem às Ilhas Maldivas
Mas não…
Ele enviou-nos, nada mais, nada menos, do que essa foto que ele nos havia tirado mas com uns adereços diferentes daqueles que usávamos no momento em que pousamos para a dita fotografia.
Estimamos o gesto e ainda nos divertimos um pouco à custa disso. Mas o divertimento maior ainda estava para vir…
Daí a uns dias tivemos de entregar uns documentos a um docente nosso. Um facto banalíssimo que não apresentava, à partida, qualquer elemento digno de registo (pensávamos nós).
Isto era o mais lógico, mas não faria sentido eu estar a relembrar esse momento se tudo ocorresse conforme previsto. Então não é que certa criatura tinha a famosa fotografia entre os documentos que foram entregues ao docente.
Acho que foi a partir dessa altura que quando ele nos encontrava ou na sala de aula ou fora dela, não sorria para nós: ria de nós!
Escusado será dizer que ele não devolveu a foto… aquilo ainda um dia vai valer milhões: oh se vai!
Eu posso dizer que fiquei com a fotografia que me foi oferecida, para mais tarde recordar… só não a coloco aqui porque uma preciosidade daquelas é digna de estar num museu e não num blog. Mas se houverem muitos pedidos por parte dos leitores deste blog, irei, certamente, ponderar a questão…
terça-feira, março 10, 2009
Agora sei… oh, se sei… é tão fantástico!
Agora tudo é díspar, excitante, mágico…
Tudo é totalidade de um nada inexistente,
Tudo é energia que jamais fica ausente.
Agora sinto… oh, se sinto… é aprazimento!
Agora tudo é amor, paixão, alento…
Tudo é um sorriso que arde de emoção,
Tudo é paz que confere uma doce agitação.
E foi agora…sim, agora…
Num espaço de tempo que não tem hora
Que te vi e em ti me entrelacei…
E é já amanhã…sim, amanhã…
Numa cobertura de chocolate e avelã
Que vamos deliciar-nos com um sentimento que nunca experimentei…
Cláudia Nóbrega
9 de Março de 2009
Agora tudo é díspar, excitante, mágico…
Tudo é totalidade de um nada inexistente,
Tudo é energia que jamais fica ausente.
Agora sinto… oh, se sinto… é aprazimento!
Agora tudo é amor, paixão, alento…
Tudo é um sorriso que arde de emoção,
Tudo é paz que confere uma doce agitação.
E foi agora…sim, agora…
Num espaço de tempo que não tem hora
Que te vi e em ti me entrelacei…
E é já amanhã…sim, amanhã…
Numa cobertura de chocolate e avelã
Que vamos deliciar-nos com um sentimento que nunca experimentei…
Cláudia Nóbrega
9 de Março de 2009
domingo, março 01, 2009
Cola Tudo
Temos que valorizar não só aquilo que é nacional, mas também o que é regional.
Há uns largos meses havia um programa de humor que constava na grelha da programação da RTP-Madeira intitulado: Cola Tudo.
Na minha modesta opinião este programa encontrava-se ao nível de programas nacionais de humor tais como “Os Contemporâneos” ou “O Gato Fedorento”.
Mas não há nada como ver um dos sketches do programa para aguçar a curiosidade:
Há uns largos meses havia um programa de humor que constava na grelha da programação da RTP-Madeira intitulado: Cola Tudo.
Na minha modesta opinião este programa encontrava-se ao nível de programas nacionais de humor tais como “Os Contemporâneos” ou “O Gato Fedorento”.
Mas não há nada como ver um dos sketches do programa para aguçar a curiosidade:
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Sentido de orientação divino...
O sentido de orientação é algo fantástico, para quem o tem.
Ora, eu assumo que esse não é propriamente um aspecto que eu tenha em excesso.
Isto não é particularmente grave se eu não me juntar com outras criaturas que sofrem do mesmo mal.
Já tive grandes aventuras de desorientação, nomeadamente, na capital, ou seja, Lisbon City e desta última vez que lá estive não foi excepção.
O título deste episódio é: quatro criaturas madeirenses dentro de um veículo ligeiro de passageiros em Lisboa.
Não sei porquê, mas tive imensas sensações de déjà vu … acho que demos uma série de voltas a Lisboa e passamos várias vezes pelo local onde era suposto ficarmos, mas como nos somos pessoas da vida airada, achamos mais interessante andar às 500 da manhã a dar voltas por Lisboa. Experimentem, não vão querer outra coisa, eu fiquei viciada naquilo.
Mas os casos de desorientação não se resumem ao território nacional. A certa altura, em terras africanas, duas criaturas desorientadas decidiram (vai-se lá saber porquê) pedir ajuda a um polícia para localizar um supermercado.
Big mistake!
Ora, eu não sou uma pessoa muito orientada, mesmo quando as explicações são dadas na minha língua materna, mas imaginem só o resultado quando são dadas num “dialecto” que mistura o idioma árabe, com o francês, o inglês e, quiçá, o chinês e japonês.
Pois é! Acho que deixei transparecer o meu ar de quem não percebeu absolutamente nada, antes de dar-me um ataque de riso.
Valeu pelo esforço!
Mas o mais curioso e irónico é que nós, criaturas desorientadas, ainda encontramos quem fosse mais desorientado que nós por lá.
Então não é que uma criatura veio pedir-nos ajuda para situar um banco?! Obviamente que só percebemos aquilo que o rapazito procurava, quando ele parou de falar em árabe pois percebeu pelas nossas expressões faciais que nós estávamos mais desorientadas que ele.
Lá lhe explicamos, delicadamente, que éramos umas meras turistas naquela cidade com um ritmo quase infernal (sim, a comparação também se deve às elevadas temperaturas) e que não éramos as pessoas mais indicadas para o ajudar.
Ora, eu assumo que esse não é propriamente um aspecto que eu tenha em excesso.
Isto não é particularmente grave se eu não me juntar com outras criaturas que sofrem do mesmo mal.
Já tive grandes aventuras de desorientação, nomeadamente, na capital, ou seja, Lisbon City e desta última vez que lá estive não foi excepção.
O título deste episódio é: quatro criaturas madeirenses dentro de um veículo ligeiro de passageiros em Lisboa.
Não sei porquê, mas tive imensas sensações de déjà vu … acho que demos uma série de voltas a Lisboa e passamos várias vezes pelo local onde era suposto ficarmos, mas como nos somos pessoas da vida airada, achamos mais interessante andar às 500 da manhã a dar voltas por Lisboa. Experimentem, não vão querer outra coisa, eu fiquei viciada naquilo.
Mas os casos de desorientação não se resumem ao território nacional. A certa altura, em terras africanas, duas criaturas desorientadas decidiram (vai-se lá saber porquê) pedir ajuda a um polícia para localizar um supermercado.
Big mistake!
Ora, eu não sou uma pessoa muito orientada, mesmo quando as explicações são dadas na minha língua materna, mas imaginem só o resultado quando são dadas num “dialecto” que mistura o idioma árabe, com o francês, o inglês e, quiçá, o chinês e japonês.
Pois é! Acho que deixei transparecer o meu ar de quem não percebeu absolutamente nada, antes de dar-me um ataque de riso.
Valeu pelo esforço!
Mas o mais curioso e irónico é que nós, criaturas desorientadas, ainda encontramos quem fosse mais desorientado que nós por lá.
Então não é que uma criatura veio pedir-nos ajuda para situar um banco?! Obviamente que só percebemos aquilo que o rapazito procurava, quando ele parou de falar em árabe pois percebeu pelas nossas expressões faciais que nós estávamos mais desorientadas que ele.
Lá lhe explicamos, delicadamente, que éramos umas meras turistas naquela cidade com um ritmo quase infernal (sim, a comparação também se deve às elevadas temperaturas) e que não éramos as pessoas mais indicadas para o ajudar.
Teríamos nós ar de criaturas árabes? Foi a questão que se colocou logo a seguir. Se fossemos, éramos umas árabes bem ousadas, tendo em conta os nossos trajes reduzidos.
Enfim, isto de ter um sentido de orientação divino é assim.
terça-feira, fevereiro 24, 2009
A Novela Mexicana (Parte II)
Eu sempre achei que quando duas criaturas que têm o mesmo nome se juntam o resultado nunca é o melhor.
Até já haviam evidências passadas que indiciavam para esse facto mas se argumentos me faltavam, agora até tenho fartura.
Parece que aquilo que acontece está sempre, directa ou indirectamente, ligado ao ramo automóvel. Será um sinal? Talvez...
Na primeira evidência, duas criaturas na sua paz de espírito fizeram com que o trânsito parasse (literalmente) e ainda puseram duas outras criaturas do sexo masculino a discutir (se calhar tinham o mesmo nome esses dois).
E que fizemos nós?
Fomos as heroínas da situação?
Claro que não!
Obviamente que “fugimos”, ou melhor, continuamos com a nossa fantástica vida.
Estavam à espera do quê? Algum dia parar o trânsito é mau? Claro que não! Só quisemos desacelerar um pouco o ritmo frenético da vida das pessoas. Deviam agradecer-nos encarecidamente, isso sim!
Sem dúvida que esse é um episódio para contar aos nossos netos e que ficou registado algures aqui neste blog (16 de Abril de 2007), mas recentemente ocorreu outro:
Estava eu algures próximo do meu local de trabalho à espera de uma criatura que disse que passava por lá para irmos juntas para a aula de Yoga.
Ao aproximar-se essa criatura e respectiva viatura, aparentemente, parecia tudo normal, não fosse o facto do carro estar na diagonal quando deveria estar na horizontal.
Além disso já ouvi traineiras fazerem menos barulhos do que o meio de transporte da criatura.
As explicações podiam ser variadas como por exemplo que ela não vinha de carro, mas sim montada numa vassoura. Como estamos na altura do carnaval, ela podia ter optado por ter revelado a sua verdadeira identidade nesta altura tão sublime.
Mas não!
Na verdade a criatura ao contornar uma rotunda vinha perdida nos seus pensamentos e a pensar sabe lá Deus em quê (não precisas dizer-nos).
O resultado foi um pneu furado e menos uma peça no carro, que por acaso foi o prato de um dos pneus (ou lá como lhe chamam).
A primeira parte da nossa aula de Yoga foi passada numa oficina… foi nessa altura que descobri a minha vocação para a mecânica automóvel (mas isso fica para outro post).
Mais tarde a missão foi recuperar o prato do pneu e lá fomos nós para a rotunda. Confesso que aquela foi uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida.
Sair do carro, resgatar o pobre pratinho e regressar ao veículo onde alguém já estava com falta de ar, tal era o ataque de riso… bem... é indescritível.
Conclusão: quando pensarem fazer-se acompanhar de alguém com o mesmo nome que Vós pensem muito bem em que se estão a meter!
(To be continued...)
sábado, fevereiro 14, 2009
Poema do dia dos namorados - JFM
Vencedores
1º Classificado – Cláudia Filipa Nóbrega – “Se tu soubesses…”
.
Troféu + Certificado + Duas viagens ao Porto Santo – Oferta da “Porto Santo Line”
.
2.º Classificado – Ana Luísa Saraiva da Silva Ascenso – “Na sombra das aves”
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Troféu + Certificado + Jantar para duas pessoas – Oferta do restaurante “O Piquinho”
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3.º Classificado – Tânia Marisa Perestrelo Nunes – “Sem se ver…”
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3.º Classificado – Tânia Marisa Perestrelo Nunes – “Sem se ver…”
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Troféu + Certificado + Um ramo de flores – Oferta da “Florista Não-Me-Deixes”
domingo, fevereiro 08, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Oh vida, minha aliada e companheira
Meu astro guia, minha harmonia
Por ti sou demente talvez aventureira
Sou energia vibrante que abrilhanta todo um dia.
Sou incapaz de descrever ou expressar
De transmitir ou simplesmente contar
A plenitude que de minh’alma transborda
Numa sensação que nem a adversidade acorda.
Acreditei tanto… numa crença ora serena ora exaltada
Tantas vezes calma, outras porém, desassossegada
Mas é chegada a ocasião de agradecer incansavelmente…
Já vejo o cenário vibrante pintado com mil cores
Já sinto a emoção de tragar a paixão com mil sabores
E sei… sinto… que esse dia será rememorado eternamente…
Cláudia Nóbrega
29 de Dezembro de 2008
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Sonhos...

Ouvi algures que o único risco que corremos quando definimos objectivos é o de os virmos a concretizar. Palavras sábias que ilustram de modo simplista que nada, e repito, NADA é impossível.
Que mais podia eu querer do que realizar um sonho e recebe-lo como prenda de natal?! E atenção que não é um sonho qualquer, é um daqueles grandes sonhos que são uma porta de entrada para tantos outros sonhos...
Não existem coincidências, tudo o que acontece tem uma explicação, muitas vezes bem mais profunda do que aquela que conseguimos dar na altura...
Adivinha-se um excelente ano de 2009, isso posso adiantar com toda a certeza!!! :)
Quem és tu
Quem és tu que assim vens pela noite adiante,
Pisando o luar branco dos caminhos,
Sob o rumor das folhas inspiradas?
A perfeição nasce do eco dos teus passos,
E a tua presença acorda a plenitude
A que as coisas tinham sido destinadas.
A história da noite é o gesto dos teus braços,
O ardor do vento a tua juventude,
E o teu andar é a beleza das estradas.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Pisando o luar branco dos caminhos,
Sob o rumor das folhas inspiradas?
A perfeição nasce do eco dos teus passos,
E a tua presença acorda a plenitude
A que as coisas tinham sido destinadas.
A história da noite é o gesto dos teus braços,
O ardor do vento a tua juventude,
E o teu andar é a beleza das estradas.
Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, dezembro 23, 2008
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Talvez os dias sejam luminosos e cintilantes
Mesmo na ausência que rememora a existência
Talvez sejam apenas reflexões e mágoas desgastantes
Que confirmam acerrimamente a minha independência!
Talvez?! Sei lá… censuro as interrogações!
Soluções vagas em ironias desacertadas
Admito somente ao pensamento as afirmações
Cânticos, trovas… sinfonias dilaceradas…
Límpido vaivém de sensações desfolhado
Soubera eu da existência de tal fulgor
E prontamente tê-lo-ia em mim enclausurado
Para deleitar-me com cada fragmento do seu sabor.
É esta melodia enigmática e inspiradora…
Bocados de uma visão reencarnada
Sim… e esta serenidade estimulante e libertadora
Que me faz levitar até ti e me deixa aprisionada.
Cláudia Nóbrega
24 de Novembro de 2008
Mesmo na ausência que rememora a existência
Talvez sejam apenas reflexões e mágoas desgastantes
Que confirmam acerrimamente a minha independência!
Talvez?! Sei lá… censuro as interrogações!
Soluções vagas em ironias desacertadas
Admito somente ao pensamento as afirmações
Cânticos, trovas… sinfonias dilaceradas…
Límpido vaivém de sensações desfolhado
Soubera eu da existência de tal fulgor
E prontamente tê-lo-ia em mim enclausurado
Para deleitar-me com cada fragmento do seu sabor.
É esta melodia enigmática e inspiradora…
Bocados de uma visão reencarnada
Sim… e esta serenidade estimulante e libertadora
Que me faz levitar até ti e me deixa aprisionada.
Cláudia Nóbrega
24 de Novembro de 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
Início de mais uma fase...
Adoro...
Esta sensação de desafio.
Envolver-me em projectos aliciantes.
Ser autónoma pessoal e profissionalmente.
Ter a agenda ocupada com uma série de actividades que me fascinam, particularmente.
Sentir esta agitação estimulante.
Saber que nada nem ninguém vai mudar este bem-estar que sinto.
Pensar em ti e vasculhar as memórias que construímos juntos.
Simplesmente, ADORO!!!
Esta sensação de desafio.
Envolver-me em projectos aliciantes.
Ser autónoma pessoal e profissionalmente.
Ter a agenda ocupada com uma série de actividades que me fascinam, particularmente.
Sentir esta agitação estimulante.
Saber que nada nem ninguém vai mudar este bem-estar que sinto.
Pensar em ti e vasculhar as memórias que construímos juntos.
Simplesmente, ADORO!!!
sábado, novembro 01, 2008
sexta-feira, outubro 31, 2008
A Profecia Celestina de James Redfield
«Um livro que surge uma vez na vida para mudar a vida para sempre»O livro A Profecia Celestina surgiu na minha vida fruto de uma série de «coincidências» às quais eu tenho prestado especial atenção pois tenho a certeza de que nada na vida acontece por acaso.
Tive conhecimento deste livro através do blog do Cool Vibes, mais precisamente, no programa de áudio sobre a Evolução Pessoal.
Depois disso houve um dia em que ia a passar perto de uma livraria e achei que deveria entrar. Foi o que fiz, entrei e estive a verificar os livros que se encontravam em destaque. Um dos que me prendeu a atenção foi, nem mais nem menos, do que o livro “A Profecia Celestina”.
Este era um sinal claríssimo de que eu deveria comprá-lo, mas ignorei-o e não o fiz. Mas os sinais foram ficando cada vez mais fortes, pois o livro invadia, frequentemente, os meus pensamentos e acabei por adquiri-lo.
Agora que o li percebo o motivo pelo qual tinha de lê-lo pois sei que a partir de agora nunca mais vou olhar para a vida do mesmo modo. Aliás, até acho que toda a gente deveria lê-lo e mais, se estás a ler este texto, não é por acaso, só tens mesmo de seguir aquilo que a tua intuição diz.
O livro fala sobre um Manuscrito que contém uma série de revelações, revelações essas que constituem a base para a felicidade.
Seguidamente vou fazer um breve resumo de todas elas:
Primeira Revelação - Tomada de consciência das «coincidências».
Segunda Revelação - Inserir a nossa consciência habitual no contexto mais amplo da perspectiva histórica.
Terceira Revelação - Percepção de um tipo de energia que antes era invisível e que está presente em todas as coisas.
Quarta Revelação - Luta dos seres vivos pela energia.
Quinta Revelação - O universo tem tudo aquilo de que precisamos se nos soubermos abrir a ele. Experiências místicas.
Sexta Revelação - Processo da tomada de consciência da nossa maneira individual de controlar aprendida na infância (Cenas de Controlo), para descobrir o nosso «eu» mais amplo, a nossa identidade evolutiva.
Sétima Revelação - Processo de evoluir conscientemente, de permanecer atento a todas as coincidências, a todas as respostas que o universo nos dá.
Oitava Revelação - Como ajudar os outros quando nos trazem as respostas de que andamos à procura. Fala de uma ética interpessoal.
Nona Revelação - Explicação de como a cultura humana vai evoluir e modificar-se no próximo milénio, graças a uma evolução consciente.
Para além destas revelações, que são muito mais amplas e profundas do que o resumo que apresentei, o que o livro pretende é deixar-nos atentos à realidade que nos circunda, de uma forma consciente.
As coincidências surgem com muita frequência na nossa vida como resposta às nossas questões existenciais do momento. Como tal, estas visam orientar-nos de modo a seguirmos um caminho que nos permita evoluir e atingir estados de consciência continuamente mais elevados.
Mas como é que identificamos essas coincidências?
Como sabemos qual é o nosso caminho?
As coincidências surgem de diversas formas na nossa vida, podem ser através de mensagens trazidas por pessoas que se cruzam no nosso caminho, através de intuições, pensamentos e, até mesmo, de sonhos.
Tudo o que surge na nossa vida está muito para além do acaso, só temos de permitir e estar receptivos a essas coincidências, lembra-te que nada, mesmo nada, acontece por acaso.
Às vezes basta uma frase dita por alguém, uma intuição, um sonho, um pensamento, uma música, até mesmo um livro que penetra em nós com uma tal intensidade que o rumo da nossa vida ou muda e esse elemento serve de marco de viragem ou temos a confirmação de que vamos no caminho certo.
Já alguma vez pensaste porque é que tomaste determinadas decisões na tua vida num determinado momento? Muitas vezes foi alguém que surgiu na tua vida e disse ou fez qualquer coisa que achaste que deverias seguir ou porque a intuíste ou até mesmo porque ia ao encontro dos teus sonhos.
Quanto ao caminho a seguir, o que deves fazer é uma espécie de anamnese, olhar para trás, concretamente para a família em que nasceste e tentares responder a duas questões:
Porque é que eu nasci nesta família concreta?
Qual é o objectivo de eu ter nascido nela?
Estas questões podem ser respondidas se olharmos para os nossos pais e pensarmos naquilo que mudaríamos nos mesmos. Um dos passos para fazermos isso é identificarmos a sua Cena de Controlo dominante dos mesmos e, consequentemente, a nossa. Uma das partes do nosso caminho é, efectivamente, levar a evolução a níveis mais elevados, partindo dos elementos que mudaríamos na vida dos nossos pais.
Como já vimos nas revelações tudo é feito de energia, energia essa que está na base dos conflitos dos seres humanos. A ideia é “sugar” a energia dos outros, enfraquecendo-os e, consequentemente, aumentando a nossa. Para isso fomos habituados, desde a infância, a adoptar comportamentos (cenas) para “roubar” a energia aos outros.
É verdade que nós precisamos dessas trocas de energia, mas achar que só a obteremos através dos outros é uma visão um pouco limitada da realidade. O universo constitui uma fonte ilimitada de energia, basta olharmos para as plantas, as montanhas, os lagos e tudo aquilo que a natureza nos oferece para vermos a cadeia de energia que se estabelece entre estes elementos.
A ideia é irmos buscar energia à natureza e não nos tornarmos co-dependentes da energia dos outros. Mas é essa co-dependência de energia que está na base do insucesso de muitos relacionamentos porque inicialmente ambos dão voluntariamente energia um ao outro provocando uma sensação de euforia designado, comummente, de paixão. Mas depois ambos ficam muito dependentes da energia do outro e quando não a recebem tentam manipular o outro desencadeando as cenas de controlo que já referenciei anteriormente.
Como tal devemos ter muito cuidado pois quando começamos a evoluir recebemos, automaticamente, energia do sexo oposto. Mas este momento é perigoso pois podemos desligar-nos da verdadeira fonte de energia e verifica-se um retrocesso.
Para fazer uma pessoa completa não são necessárias duas, como se cada uma fosse um C e formassem um O. Porque se as duas julgam formar uma pessoa completa vão querer mandar uma na outra como se fosse ela própria, ou seja, no O. Na verdade, cada uma deve completar o círculo sozinho, ou seja, o seu O, no sentido de estabilizar o canal que nos liga ao universo, para quando se ligar romanticamente a alguém criar uma superpessoa. Mas essa ligação jamais irá desviar cada uma das pessoas envolvidas da sua própria evolução individual.
Para além disso há algo que devemos tornar consciente: todas as pessoas que passam na nossa vida têm uma mensagem para nós. O que acontece é que muitas vezes estamos estão absorvidos nas nossas cenas de controlo que acabamos por não recepcionar a mensagem.
Mas essas mensagens são muito importantes pois, como já disse, dão-nos resposta às questões existenciais e inquietações que temos no momento. O mesmo é válido para a intuição, os pensamentos e os sonhos, nenhum deles surge por acaso. Aquilo que devemos questionar é: porque é que eu tive este pensamento / intuição / sonho agora? O que é que isto quer dizer?
Um outro aspecto interessante é aquela sensação de familiaridade que às vezes temos, ou seja, quando olhamos para alguém e temos a sensação de a conhecer, mesmo quando sabemos que nunca a vimos.
A explicação é que todos nós temos a capacidade de identificar as pessoas que pertencem ao mesmo grupo que nós, ou seja, o grupo de pessoas que pensam do mesmo modo. Como as pessoas que pensam do mesmo modo evoluem na mesma direcção, no que diz respeito aos interesses, estas produzem as mesmas expressões e uma experiência exterior idêntica. Assim, isto faz com que as pessoas pertencentes ao mesmo grupo se identifiquem umas às outras, intuitivamente.
Este é, sem qualquer réstia de dúvida, um livro com uma mensagem extremamente interessante. Se a tua intuição diz-te para o leres, não a ignores e lembra-te:
Quando alguém se cruza no nosso caminho, traz sempre uma mensagem para nós. Encontros fortuitos são coisa que não existe. Mas o modo como respondemos a esses encontros determina se estamos à altura de recebermos a mensagem.
domingo, outubro 12, 2008
Se tu soubesses…
Se ao menos as fronteiras se quebrassem
Se as muralhas que nos separam se desmoronassem
E o oceano fosse menos profundo e temível
A saudade tornar-se-ia instantaneamente invisível.
Se ao menos a memória se conseguisse dominar
Se o passado fosse lixo de que nos quiséssemos livrar
E aquele caloroso beijo fizesse parte da imaginação
A vida ganharia uma outra pigmentação.
Se ao menos esta energia que nos une desaparecesse
Se o sentimento não fosse correspondente e se se escondesse
E pudéssemos empurrar os pensamentos para outra margem
A vida seria uma serena e desinteressante viagem!
Se tu soubesses… Ah, se tu soubesses…
Se viesses agora ver-me e em mim estivesses
Ascenderias até onde jamais alguém te levou
E saberias que foi a vida que por nós se encantou…
Se soubesses… Oh! Eu sei que sabes…
És tu impregnado em mim e eu em ti… Sentes?
Vês-nos evoluir na mesma direcção?
Já falta pouco, amor… mas por ora deixa-me deleitar com esta sensação!
Cláudia Nóbrega
28 de Setembro de 2008
Se as muralhas que nos separam se desmoronassem
E o oceano fosse menos profundo e temível
A saudade tornar-se-ia instantaneamente invisível.
Se ao menos a memória se conseguisse dominar
Se o passado fosse lixo de que nos quiséssemos livrar
E aquele caloroso beijo fizesse parte da imaginação
A vida ganharia uma outra pigmentação.
Se ao menos esta energia que nos une desaparecesse
Se o sentimento não fosse correspondente e se se escondesse
E pudéssemos empurrar os pensamentos para outra margem
A vida seria uma serena e desinteressante viagem!
Se tu soubesses… Ah, se tu soubesses…
Se viesses agora ver-me e em mim estivesses
Ascenderias até onde jamais alguém te levou
E saberias que foi a vida que por nós se encantou…
Se soubesses… Oh! Eu sei que sabes…
És tu impregnado em mim e eu em ti… Sentes?
Vês-nos evoluir na mesma direcção?
Já falta pouco, amor… mas por ora deixa-me deleitar com esta sensação!
Cláudia Nóbrega
28 de Setembro de 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Cool Vibes

(Carregue na imagem para aceder ao blog)
Estudaste durante quantos anos? 9? 12? 13? 15? 20?...
Em qualquer uma das opções garanto-te que vais encontrar informações neste blog bem mais importantes ou, pelo menos, bem distintas daquelas que tens vindo a obter nas instituições escolares das quais tens feito parte.
O Cool Vibes é bem mais que um blog, é uma verdadeira escola para a vida...
sábado, agosto 16, 2008
ilā l-liqā'
segunda-feira, agosto 11, 2008
domingo, agosto 10, 2008
sábado, julho 26, 2008
Pode Curar a Sua Vida – Louise L. Hay

No passado houve da minha parte uma tentativa de ler um livro que tem sido, desde a sua primeira edição, um verdadeiro êxito em termos de vendas. O livro intitula-se “Pode Curar a Sua Vida” e foi escrito por Louise Hay.
Confesso que ao ler as primeiras páginas fiquei completamente desanimada com o seu conteúdo, aliás, achei que o mesmo não passava de uma série de frases padronizadas que me pareciam pouco realistas. Logicamente que face a este panorama parei de ler o livro, se calhar não estava preparada para receber as informações que lá estavam…
Há relativamente pouco tempo enquanto procurava um outro livro voltei a encontrar o livro que não me tinha cativado minimamente a atenção no passado. Tendo em conta que me encontrava numa fase um pouco intimista e de alguma introspecção, relativamente às últimas ocorrências da minha vida, achei que o título se enquadrava num dos meus desejos mais imediatos.
Reiniciei a leitura do livro e qual o meu espanto quando, numa só vez, li metade do livro. Senti-me tão envolvida pelo mesmo que nem me apercebi da rapidez com que o fui lendo.
Já o terminei de ler e posso dizer que sinto-me outra pessoa, completamente diferente. Descobri que a minha mente tem mais poder do que aquele que eu imaginava que ela tinha, aliás, até à data havia desvalorizado muito o poder da mesma.
Tantas vezes arranjamos motivos exteriores a nós para este ou aquele episódio da nossa vida e para aquilo que nos acontece. Pois bem, este livro vem dizer-nos que TUDO O QUE ACONTECE NA NOSSA VIDA É DA NOSSA INTEIRA RESPONSABILIDADE.
Claro que isto não significa que devemos criticar-nos, muito pelo contrário, isto significa que temos de operar mudanças na nossa mente, particularmente, eliminar as crenças e os padrões de comportamento enraizados na nossa mente desde tenra idade que nos desviam da felicidade que todos ansiamos.
Quantas crenças temos nós enraizadas que nos limitam a vida? Lembram-se de expressões como “um mal nunca vem só”, “o que é bom dura pouco”, entre outras? Pois é, são crenças como estas que regem os acontecimentos da nossa vida, por isso, a receita é simples: para curar a sua vida apenas necessita de eliminar todas essas crenças infundadas e adoptar padrões de comportamento que sejam desejáveis e queira ver espelhados na sua vida.
Não vos vou recomendar a leitura deste livro, acho que só o devem fazer quando se sentirem preparados para absorver aquilo que consta no mesmo. Eu só fui capaz de deleitar-me com o livro quando me senti preparada para ouvir aquilo que nem sempre estamos aptos a ouvir de forma tão simples e quando foram arquitectados uma série de acontecimentos na minha vida que me fizeram questionar, questionar e questionar. Todas as minhas questões foram respondidas de forma satisfatória neste livro e indicaram-me o caminho a seguir.
Etiquetas:
Pregaminhi Louise Hay Pode Curar a Sua Vida
sexta-feira, julho 04, 2008
Hoje ao abrir a caixa de correio electrónico deparei-me com um mensagem que parecia ir ao encontro dos últimos acontecimentos que dizia exactamente assim:
"Aprende a seguir os sinais. Se eu estou aqui o tempo todo, se me vês e sabes que nunca te abandono, se sabes que até o desafiar do vento tem a minha mão mágica, se já te entregaste a mim, entregaste a tua vida, se tens consciência de que está tudo entregue, é claro que cada acontecimento, cada surpresa, cada imponderável tem a mão mágica do céu.
É mais provável que seja eu a operar quando não estás à espera, quando ninguém conta, e acontece um acto cirurgicamente desprogramado e irreal - em vez de todos os planos e todas as combinações prévias.
Aprende a confiar no acaso. O acaso sou eu. O acaso tem a minha lógica, jamais terá a tua. Lê nos acasos a lógica do céu, e aprende a seguir, como a borboleta, a força inefável do vento. A natureza é sábia. Os animais só vão para onde têm de ir. As aves voam milhares de quilómetros, porque sabem as armadilhas do tempo, porque lêem nas entrelinhas do tempo. As baleias percorrem o mundo, através de linhas energéticas e invisíveis desenhadas pela minha mão. Todo o mundo animal se move sob os meus desígnios."
Alexandra Solnado
Ao ler este excerto apercebi-me do quão aplicáveis são estas palavras aos últimos acontecimentos da minha vida. De facto, sinto na minha vida esta força inacreditável que fez-me ir para onde eu tinha que ir mesmo quando esse lugar era muito longe daqui.
Face a este acontecimento tão maravilhoso que o destino quis que eu vivenciasse só posso dizer que aproveitei cada minuto e mesmo cada segundo do pouco tempo que me estava reservado para viver no auge da intensidade.
Algures em terras africanas, numa cultura que me era estranha, aquilo que seriam umas meras férias converteram-se numa página da minha história que jamais esquecerei...
Mais do que nunca senti que estava no lugar certo, há hora certa e rodeada das pessoas certas!
Resta-me seguir e encerrar em mim cada segundo de um epiósdio que pareceu, de todo, irreal...
quarta-feira, junho 11, 2008

Abro a porta ponderadamente
E essa aragem envolvente outrora asfixiante
Projecta-se destemidamente para outro lugar
Emitindo tão-somente esta brisa aconchegante.
Que aprazível é este sopro que me toca
Este raio de luz refulgente e ondulante
Que num bafejar fortalece minh’alma
Sob esta chuva que me acaricia loucamente.
É tão gracioso ver a natureza acordar
Cantando a alvorada fulgurantemente
Quando o girassol vê-se florescer
E o barco move-se para a outra margem…
E neste despertar tão imponente e sublime
Neste cosmos algures no limiar da fantasia
Adivinho-me ao teu lado aconchegada
Embriagada pela tua essência contaminante!
É um mesclado de sensações fascinantes
Numa visão que se profetisa atraente e sedutora
Atestando o desejo abundante em cor
Saciado quando me comprazo com o sabor do teu veemente beijo…
Cláudia Nóbrega
9 de Junho de 2008
domingo, maio 18, 2008

Ouço falar e não profiro nada
Emitir opiniões?! Mais vale prosseguir calada!
Tenho no silêncio a amizade perdida
A companhia e a lealdade de uma duradoura vida.
Reencontro a mocidade
Sem que ela tenha reparado em mim
És jovem – explica ela! Não é idade, somente uma oportunidade
De ver-me assim formosa qual flor de jasmim.
E ando como louca enamorada
Embriagada pela vida… enfeitiçada?
Alegrando-se brandamente ao contemplar a paz.
Sou cândida… incompreensivelmente crente
Mas caminho obstinadamente contra a corrente
Enquanto uns cedem e voltam frouxamente para trás.
Cláudia Nóbrega
23 de Março de 2008
domingo, maio 04, 2008
O nosso mundo
domingo, abril 13, 2008
Música Tuga de qualidade...
"(...) Se o nosso amor é um combate,
Então que ganhe a melhor parte."
Linda Martini - Amor Combate
Etiquetas:
Música portuguesa Linda Martini Amor Combate
sábado, março 08, 2008
Dia da Mulher?
Seria óptimo se este dia tivesse a capacidade de rememorar-nos da quantidade de gigantescos passos que temos de dar até à tão badalada igualdade de oportunidades entre sexos.
A mudança de mentalidades é, por norma, lenta e a ignorância é inimiga de uma comemoração sentida deste dia, face à recordação e certeza das injustiças que ainda recaem sobre o sexo feminino em pleno século XXI.
As questões de género continuam a ser altamente discriminatórias nos mais diversificados contextos e quem mais pena por esta discriminação são, efectivamente, as mulheres.
A mudança de mentalidades é, por norma, lenta e a ignorância é inimiga de uma comemoração sentida deste dia, face à recordação e certeza das injustiças que ainda recaem sobre o sexo feminino em pleno século XXI.
Cada dia é um novo passo, a cada novo passo um desafio, a cada desafio uma acção, assim, caminhemos e ajamos motivado pela existência, algures no futuro, de um mundo mais justo construído, afincadamente, por cada um de nós!
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