Hoje foi daqueles dias em que apanhei chuva e sol, gente simpática e antipática, encontrei gente conhecida e desconhecida (isto dava um poema! lol).
Mas o que queria partilhar convosco, não são os pormenores da minha insignificante existência, mas sim uma cena a que assisti digna de relato.
Estava eu no autocarro quando este fez mais uma das suas habituais paragens, para que entrassem mais pessoas. Acontece que uma dessas pessoas era do sexo feminino e encantou toda a gente que ia naquele autocarro com a sua extrema simpatia. O comovente da situação é que há um homem idoso que estava sentando e, num acto de cavalheirismo (ou talvez não) levanta-se para essa senhora, também ela idosa, sentar-se. A reacção aceitável a este gesto seria um sorriso, um agradecimento, enfim, um qualquer acto de gratidão, o que não aconteceu!
Naquele momento pensei, de mim para mim, que se a estupidez matasse aquela mulher nem tinha nascido, mas depois também cheguei a uma outra conclusão: se a estupidez, de facto, matasse, este mundo não era habitado por qualquer ser humano, porque todos já tivemos os nossos momentos. Mas, muito sinceramente, nestas condições ter uma reacção deste género é digno de… nem sei bem de quê, mas não é de algo bom, certamente.
O mais curioso é que o homem ficou tão surpreendido pela atitude da mulher que nem teve qualquer tipo de reacção e ainda bem para ela, porque se fosse outra pessoa poderia ter tido uma reacção tão ou mais calorosa do que a dela.
Basta dizer que a mulher era de Santa Cruz e ainda dizem mal dos “machiqueiros”!(lol)




























Eu, que gosto de estar sempre atenta às novidades a nível musical, ouvi, recentemente, o novo álbum dos Hoobastank intitulado “Every Man For Himself”. Devo dizer que fiquei surpreendida, pois eu até nem sou muito fã dos Hoobastank, embora tenha tido contacto com o último álbum do grupo (The Reason - 2003). 











